Governo do Distrito Federal
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6/11/17 às 17h43 - Atualizado em 30/10/18 às 11h10

Zoo apostou na sustentabilidade e no bem-estar animal em 2017

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Com informações da Agência Brasília

 

Ações desenvolvidas no ano incluíram a readequação dos recintos dos felinos, que tiveram aumento do espaço de refúgio, a instalação de bombas de reúso da água e de placas fotovoltaicas

 

Proteger, educar e conservar. As premissas do trabalho da Fundação Jardim Zoológico de Brasília são cada vez mais reforçadas pela nova gestão. Além de fazer a manutenção do plantel de 804 animais, a instituição aposta na melhoria do bem-estar dos bichos e em ações de sustentabilidade.

 

A nova diretoria do Zoológico foi escolhida por um processo seletivo que durou quase um ano e foi coordenado pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF). O governador Rodrigo Rollemberg escolheu o diretor-presidente com base em uma lista tríplice elaborada pelo secretário do Meio Ambiente, André Lima.

 

“Fiquei muito feliz ao conhecer oficialmente os resultados de um ano da gestão de Gerson Norberto na presidência do Zoo de Brasília”, disse o secretário. “Demonstram o nosso acerto quando propusemos, há um ano e meio, que a escolha do novo administrador fosse por critérios de capacidade técnica e competência, e não por critérios políticos”.

 

Em 2017, foram iniciadas as readequações nos recintos com o objetivo de aumentar o espaço de refúgio das espécies. “Plantamos mais vegetação para que o animal tenha onde se esconder, caso queira. Essa é uma forma de deixá-los mais confortáveis”, detalhou Norberto na apresentação dos dados de um ano de gestão, na última sexta-feira (3).

 

Os resultados foram expostos a tratadores de animais, veterinários, biólogos e demais funcionários do zoológico no teatro de arena do parque, que fica na L4 Sul (Avenida das Nações). O quadro de pessoal da instituição conta com 275 colaboradores.

 

No local onde estão acomodados os felinos, as intervenções já foram feitas. Além da readequação dos espaços, alguns recintos, como o do tigre-de-bengala-branco e o da suçuarana, já receberam bombas de reúso e tratamento de água.

 

No berçário, foram instaladas placas fotovoltaicas, que estão em fase de testes. O equipamento foi doado em setembro pelo Ministério de Minas e Energia. O órgão entregou ao zoo 240 placas fotovoltaicas, 24 inversores e 52 controladores de carga para implementação de projetos de sustentabilidade. A instalação deve resultar em uma economia mensal de R$ 6 mil na conta de energia elétrica da instituição.

 

Além das ações de sustentabilidade, o zoo investiu na atualização das 145 placas de identificação dos animais, para atender a média de 40 mil visitantes mensais.

 

O diretor-presidente destacou ainda novas parcerias da fundação, como universidades e centros de pesquisa, e com oito zoológicos pelo Brasil. “Queremos nos reafirmar como um espaço de referência em conservação, pesquisa e preservação animal”, disse Norberto.

 

Em 2017, foram assinados termos de cooperação internacional com Bolívia, Chile, Alemanha e Argentina. De acordo com o responsável pela fundação, o programa de educação ambiental já atingiu 100 mil pessoas este ano.

 

Para 2018, o objetivo é investir ainda mais no conforto dos bichos. Estão previstas a instalação de painéis de vidro para proteger os animais do som e de possíveis ataques, como arremesso de objetos, e o adensamento da vegetação nos recintos.

 

“O desafio é montarmos ambientes cada vez mais naturais”, explicou Norberto. Outro projeto da gestão é criar locais específicos para as espécies características da Savana africana e do Pantanal brasileiro.

 

Confira o vídeo com a avaliação do secretário do Meio Ambiente, André Lima:

 

 

Veja a matéria original:

 

Agência Brasília: Zoo de Brasília apostou na sustentabilidade e no bem-estar animal em 2017

 

Saiba mais:

 

Novo diretor-presidente do Zoológico de Brasília é empossado

 

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