Governo do Distrito Federal
19/01/22 às 13h06 - Atualizado em 19/01/22 às 13h06

Parques na rotina do brasiliense

 

A recuperação de infraestrutura nos parques da capital foi possível por causa do Reviva Parques. A regulamentação do programa, coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente (Sema) e pelo Instituto Brasília Ambiental, abriu caminho para parcerias públicas e privadas.

 

Os parques entraram definitivamente na rota do brasiliense em 2021. Foram o porto seguro para quem queria relaxar ou praticar exercício físico, com segurança. Principais protagonistas para garantir o bem-estar, físico e emocional da população, esses espaços, mesmo durante a pandemia de covid-19, receberam ações de preservação e manutenção. Somente em 2021, dez parques ecológicos foram recuperados.

 

A recuperação de infraestrutura nos parques da capital federal foi possível por causa do Reviva Parques. A regulamentação do programa, que é coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente (Sema) e pelo Instituto Brasília Ambiental, abriu caminho para parcerias públicas e privadas. A união entre mais de 15 órgãos do DF, pessoas físicas, jurídicas e sociedade civil obteve excelentes resultados, com a reforma de parques deteriorados ou a implantação de novos espaços.

 

O Parque Ecológico de Santa Maria tem parquinho infantil, Ponto de Encontro Comunitário (PEC), quadras de areia e poliesportiva, pergolado ao ar livre e mesas com bancos de concreto.

 

Foi assim que, em 2021, os moradores de Santa Maria ganharam uma nova opção de lazer e de convivência. Inaugurado pelo governador Ibaneis Rocha em agosto, o Parque Ecológico de Santa Maria tem parquinho infantil, Ponto de Encontro Comunitário (PEC), quadras de areia e poliesportiva, pergolado ao ar livre e mesas com bancos de concreto. A infraestrutura é essencial para garantir lazer e bem-estar à população, assegurando, ao mesmo tempo, a preservação do meio ambiente.

 

Igualmente importante em 2021 foram as ações para a restituição à população do DF do Parque Ecológico Burle Marx, que integra uma área verde de 280 hectares entre a Asa Norte e o Noroeste. Considerado um corredor ecológico entre o Parque Nacional de Brasília e o Lago Paranoá, o local ainda preserva uma das maiores manchas de cerrado da cidade.

 

A efetiva devolução do parque para a comunidade começou com a retirada de 1.602 veículos que ocupavam há décadas o depósito do Departamento de Trânsito (Detran) na poligonal do Parque Ecológico Burle Marx, e com a assinatura, pelo governador Ibaneis Rocha, da ordem de serviço para as obras da primeira etapa de implantação do parque.

 

O ano de 2021 deixou uma boa perspectiva do restabelecimento do Burle Marx como parque ecológico – a unidade já está cercada, e a ciclovia com 5 km às margens da Avenida W7 foi concluída. O Instituto Brasília Ambiental, em parceria com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), já deu início também ao plantio no parque de 500 mudas de ipês de várias cores.

 

“O brasiliense ama a natureza, o seu verde. Não temos praia, e a maioria da população não tem acesso aos clubes. Por isso, os nossos parques são pontos de lazer de grande importância para o brasiliense”, explica o secretário de Meio Ambiente, José Sarney Filho. “Com a epidemia, passada a fase de maior isolamento, esses espaços ganharam ainda mais importância, por oferecerem grandes áreas de lazer ao ar livre”.

 

Combatendo os incêndios florestais

 

Em outra frente, e não menos importante, o Parque Águas Claras passou a ser uma base para combate aos incêndios florestais, a terceira do DF (as outras duas ficam na sede do Brasília Ambiental, na Asa Norte, e na Estação Ecológica de Águas Emendadas, em Planaltina).

A unidade dispõe de toda a estrutura, com veículos e equipamentos para dar celeridade e suporte no combate ao fogo. E vai atender, além de Águas Claras, Guará, Taguatinga, Samambaia, Brazlândia e Gama.

 

Assessoria de Comunicação

Secretaria do Meio Ambiente